À esq., Cannavaro em lance da partida contra Gana, estréia dos italianos na Copa. Ao centro, depois de dar uma cotovelada em McBride, o volante De Rossi é expulso pelo árbitro Jorge Larrionda. À dir., após a elimanação da República Tcheca, Simone Perrota consola o tcheco David Rozehnal
Na decisão em que a Azzurra ganhou o tetra na disputa das penalidades (o jogo e a prorrogação ficaram no 0 a 0) e Zidane agrediu Materazzi com uma cabeçada, o título ficou com a seleção mais regular.
Em 7 partidas, os italianos obtiveram 5 vitórias e 2 empates. A campanha do tetra não mostrou um futebol-arte, mais foi eficiente: 2 a 0 contra Gana, empate de 1 a 1 diante dos Estados Unidos, 2 a 0 na República Tcheca, 1 a 0 contra a Austrália, 3 a 0 na Ucránia e 2 a 0 na anfitriã Alemanha nas semifinais.
À esq., Totti comemora o gol marcado por ele, após cobrança de pênalti, que classificou a Itália para as quartas-de-final. Ao centro, Luca Toni comemora um dos seus dois gols contra a Ucrânia, nas quartas de final. À dir., Grosso chuta para marcar primeiro o gol da Itália na semifinal contra a Alemanha
Já a França venceu 4 partidas e empatou 3. Realizou uma campanha um pouco mais fraca do que a Itália e apresentou um futebol menos convincente: empates de 0 a 0 e 1 a 1 contra Suíça e Coréia do Sul, respectivamente, vitória de 2 a 0 contra Togo, 3 a 1 na Espanha, 1 a 0 diante do decepcionante Brasil e 1 a 0 contra Portugal nas semifinais.
Além do vice, ainda assistiu a despedida melancólica de um dos maiores jogadores da história do futebol francês.
Publicado originalmente no site do jornal Tudo Bem em 20/07/2006.